Eu tenho… a sorte de um amor tranqüilo

Todo Amor que Houver Nessa Vida – Cazuza/Frejat

Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós, na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia…

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno
anti-monotonia…

E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio
O mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente, não

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria…

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E algum veneno anti-monotonia…

~ por fecalasans em 16 junho, 2010.

Uma resposta to “Eu tenho… a sorte de um amor tranqüilo”

  1. Eu tenho a sorte de um amor que conforta mais que ontem e menos que amanhã.

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